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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

Ao Sul

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Deixássemos nós fluir, da ponta dos dedos, as carícias dedilhando a demora de uma ausência maior... e tudo, à nossa volta, desabrochava como um terreno inculto, ao Sul.

Deixássemos nós fluir, na gaiatez de um sorriso, na cumplicidade das horas que já não são o dia, e ainda não são a noite... e seríamos um, apenas um;
eu como se fosse o céu que é mar, e tu o mar como se fosses céu... e então, seríamos (meu amor) da imensidão poética do Azul, a moldura perfeita, o mais perfeito debrum.

Manuel Neto Dos Santos, em " AURORA BOREAL, AO SUL" - em construção-
(Messines)

Fotografia de José Manuel Guerreiro
(Quarteira)