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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

RUMO AO SUL em 05.10.17

Não tenho lágrimas

  Não tenho lágrimasestou mais baixojunto à calVejo o solo extintoNão oiço ninguéme não regressoAdormecer talvezjunto a uma estacacom uma pequena pedrasobre as pálpebras   António (...)
RUMO AO SUL em 01.05.17

Mãe

Conheço a tua força, mãe, e a tua fragilidade. Uma e outra têm a tua coragem, o teu alento vital. Estou contigo mãe, no teu sonho permanente na tua esperança incerta Estou contigo na (...)
RUMO AO SUL em 29.04.17

O nosso olhar

  O nosso olhar não tem fronteiras ou estações não é uma arma que dispara um tiro imediatamente o espaço é a inocência do seu dom ao sol e na sombra a sua projecção imperceptível
RUMO AO SUL em 26.04.17

Tudo será construído no silêncio

  Tudo será construído no silêncio, pela força do silêncio.Tudo será construído no silêncio, pela força do silêncio, mas o pilar mais forte da construção será uma palavra. Tão (...)
RUMO AO SUL em 26.08.17

A Festa do Silêncio

  Escuto na palavra a festa do silêncio. Tudo está no seu sítio. As aparências apagaram-se. As coisas vacilam tão próximas de si mesmas. Concentram-se, dilatam-se as ondas silenciosas.
RUMO AO SUL em 28.04.17

...

  Dou-te um nome de água para que cresças no silêncio. António Ramos Rosa, em "Estou vivo e Escrevo Sol" (1966) (Faro, 17 de outubro de 1924 – Lisboa, 23 de setembro de 2013)
RUMO AO SUL em 28.01.17

No centro do mundo

  Oscilante geometria tranquila presença suficiente do ínfimo e do amplo No centro do tempo não há tempo Tranquilidade para ir ao encontro de Estou dentro estou aberto habito um limpo (...)