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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

RUMO AO SUL em 25.06.17

À beira-mar

  Tal como um búzio caído Meu amor À beira-mar Pus na guitarra o ouvido Tive a alma a soluçar Pelo mar Com o mar Foi tão triste essa alegria Vibrando cá bem no fundo ó Meu amor, como (...)
RUMO AO SUL em 03.06.17

Aurora Boreal ao Sul

  Vasculho, ainda, as relíquias das folhas outonais. Como não tem chovido...ei-las hirtas, firmes enrijadas de étimas cores e rebordos de aço. Vasculho, ainda, as relíquias de dias (...)
RUMO AO SUL em 28.01.17

No centro do mundo

  Oscilante geometria tranquila presença suficiente do ínfimo e do amplo No centro do tempo não há tempo Tranquilidade para ir ao encontro de Estou dentro estou aberto habito um limpo (...)
RUMO AO SUL em 04.06.17

Linhas do amor

  Linhas do amor na página da face Dos valados derrocados, pelas fazendas. Ó canto da cigarra tresloucado, Ensurdecendo amêndoas e al- farrobas. Rosa –dos- ventos; Almeixário antigo O (...)
RUMO AO SUL em 28.04.17

...

  Dou-te um nome de água para que cresças no silêncio. António Ramos Rosa, em "Estou vivo e Escrevo Sol" (1966) (Faro, 17 de outubro de 1924 – Lisboa, 23 de setembro de 2013)