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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

Tudo vale a pena

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De como tudo vale a pena

Não há remorso de nada, embrenhado
Na cadência dos dias e das noites;
Tudo flui, por si e por inteiro.
Não lembro o que não tive
E do que sonhei ter… ainda menos.

Por isso, tudo vale a pena…
Com que escrevo, e descrevo, os lagos dos meus olhos;
Tão serenos.

Manuel Neto Dos Santos, "142 íntimas cartas de público segredo" (a publicar)
(Alcantarilha)