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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

Saudades tuas ...

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Acordei com saudades tuas.

Há algum tempo que as saudades não me acordavam assim. Fiquei às voltas a relembrar-te. Quanto mais te relembrava, mais vontade sentia de te contar os meus dias, de saber dos teus. E mais saudades sentia de ti.

Sei que o tempo que nos separa é relativo. Para ti, pode parecer que foi ontem que cada um seguiu o seu caminho. Para mim, este tempo, que não é tanto quanto isso, sabe-me a eternidade. Há demasiado tempo que não oiço a tua voz. Há demasiado tempo que o teu riso não me contagia. Há demasiado tempo que não caminhamos lado a lado em dias de sol. E há demasiado que não sinto a felicidade de te ter nos meus dias. Há demasiado.

Acordei com saudades tuas. Queria que o tempo que nos separa não existisse. Pelo menos, não hoje. Só para poder matar as saudades que sinto de ti. Só para poder abraçar o que nos separa. E relembrar tudo o que nos une. E que é tanto.

Quando o dia de hoje terminar, as saudades que tenho de ti deverão passar. O sono surgirá, envolvendo-me em histórias para lá de nós e o dia de amanhã há de vir, capaz de me distrair de tudo, como quase sempre.

Mas, enquanto o dia de hoje ainda for hoje, enquanto as saudades que sinto de ti estiverem aqui, quero que saibas: Gosto muito de ti. Fazes-me falta.

 

Laura Almeida Azevedo
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