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RUMO AO SUL

RUMO AO SUL

RUMO AO SUL em 31.01.18

Melancolia

 Oh dôce luz! oh lua! Que luz suave a tua, E como se insinua Em alma que fluctua De engano em desengano! Oh creação sublime! A tua luz reprime As tentações do crime, E á dôr que nos opprime
RUMO AO SUL em 25.06.17

De mim podia falar-te

 De mim podia falar-te… mas não sei Que não saber é tudo o que te ofereço, E ao dar-te já recebo o que não tinha. Mendigo, pela vida, a coisa minha; A rés do sonho, ao rés do que apareço
RUMO AO SUL em 10.01.17

Clarão evocador da lua

 Toca-vos o clarão evocador da lua E tendes logo o ar dum sonho desenhado, Como um fluido véu por sobre vós flutua Esse pólen da luz, que os mundos tem criado… João Lúcio, (O Meu (...)
RUMO AO SUL em 29.01.16

Na treva

 Na treva do meu livro, em tanta escuridão, Era preciso um astro enorme, a cintilar:
RUMO AO SUL em 31.08.17

O meu poema,

 Um corpo aberto, como os animais: Um potro que galopa a terra e o pó, A ave que se estende para voar. O meu poema, assim, é como o mar Que, ao babar-se, pela praia mete dó… Mas pincela, a (...)
RUMO AO SUL em 24.06.17

Fala mais baixo

 Fala mais baixo, deixa a tarde ser O entardecer crepuscular do ocaso; Se, por acaso, a noite não vier Que possa eu oferecer meu peito raso De luz, sanguínea e triste, como Espanca Espancada (...)
RUMO AO SUL em 24.02.17

O Pardal do Marble Bar

 Com as finas patas Saltinhos de luxo Mil migalhas cata O pardal gorducho E de salto em salto Feliz e contente Vai enchendo o papo Indiferente à gente Para o ano que vem Pela primavera
RUMO AO SUL em 06.01.17

Oh sol!

 Oh sol que pões no Céu um brilho violentoE fazes chamejar, ao longe, os horizontes;Que pões fogo no ar e pões brasas no ventoE que vais calcinar a epiderme aos montes: Oh solAdoro a tua (...)